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Profecia sobre os modelos

A ti, ó belo homem Digo com sábias palavras —Porque te inquietas com tantos pensamentos? Pensariam os loucos que o certo se tornou imprestável? O que pensam da tua regra, modelo? Que ela seria marionete de um Deus insano? Mas há muito que chegaram tempos Tempos de reconhecer a regra e o linho E como se aplicam os teus parâmetros Não é para Deus que é assim? Desdenhas, para mim sou! Mas tu és o modelo da perfeição, aquieta-te! Vejam como precisam de ti Da tua formosura, do teu brio E tu acreditas na mudança de tudo Sim, vai, contigo a benção do teu Senhor

Profecia: Clamor pelo arrependimento

Deus proclama o arrependimento Ele está a esperar o coração contrito E arrependido Porque esperas um dia de luz sem trevas? Sem arrependimento o povo não verá a luz Sem contrição, sem quebrantamento O teu altar está em pedaços Não há sacrifício, não há fogo, nem lenha Grita o povo por pão Compra-se, vende-se, lucro,  Filho meu Dá-me o teu coração Há muito tempo via-se uma luz nas trevas O salvador com água, águas-vivas Deus é quem te cura povo meu Deus proclama arrependimento Quem o ouvirá? As cordas sopram paixão Mas o meu povo me deixa Eu escolhi Jesus para ti Ele é teu salvador Abrace-o com amor Diga, pequenino sou Como a semente de linhaça E da chia que é como mostarda Comei a semente Remédio é para tu não te subestimes Traga teu perfume Além do suor, quebrantamento Traga teu leite Tempo para amar Entenebrece teu sol interior Se me desprezas, volto ao meu templo E digo: Quando voltará meu amado a me encontrar?

Profecia contra o povo de Gomorra

Deus é santo Está assentado no seu santo templo Luta contra a impiedade Seu amor livra A quanto tempo tenho te esperado Onde estás? Deus resplandece como alto sol E traz os seus a luz Eu sou o amor Venha para mim Desvia do mal ó Gomorra E te arrependa de teus pecados Nasce o rio Deus o resgatador Verte o sangue da salvação Que te purifica ó cidade impenitente Ouve-se o brado É Deus em seu santo monte Ele protesta contra o pecado A condenação ameaça o povo De onde vem os nossos algozes? Deus é nosso carrasco E pronto está a esperar O dia do arrependimento Humilhem-se diante do Senhor Deus volta E onde estão os da promessa Os quais eu destinei ao dia esperado? Eu anuncio o convite Vinde a ceia Há convidados Vem cear comigo Vois sois meus amigos Se fizerdes o que eu vos mando Vem a ruína Escreva Sua história, em suas mãos Cidade minha Quem te destinou a destruição? Vós mesmos vos destroís A ira é derribada Com a vossa sincera contrição O Senhor vos resgata!

Profecia contra os soberbos

Deus diz, os soberbos estão a vagar Procurando pastor, mas onde se acha o seu voraz tesouro? Deus procura aqueles que se comprometem com ele E os soberbos faltam pela altivez Deus se ira do alto monte Não se falta sua ira Mas os soberbos o desafiam O Senhor fala E se entristece O Senhor desafia os soberbos O Senhor faz ouvir o seu som dos altos céus Faz cessar a guerra Do alto monte Peregrino sou Senhor Da soberba me livra Senhor os soberbos vem contra mim Mas todos cairão Deus de onde vem a fortaleza da altivez? Da ruína, responde o Senhor Senhor tu estás presente comigo Me liberta da arrogância E faz que resplandeça A luz do teu rosto O Senhor derrama sangue É o dia da morte É o dia, é a derrota dos soberbos Eles caem sobre a terra Como nos dias de Davi, grande guerreiro

Profecia contra o deus deste século

Levantem-se os povos E ouçam a profecia Deus ouviu, ele está aqui Traz juízo e guerra Deus é justo E não quer o mal Mas o homem guerreia  Com seus carros e cavalos E tarda sua justiça Irei e voltarei em guerra Ouçam os povos Não tardo e não minto Arrumem a casa Vem guerra, incendeia Comprem, pesem, roubem Não tarda o juízo Perto está o vingador